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11 de novembro de 2008

D. Albino Cleto falou do Plano Pastoral a representantes das comunidades de Coimbra


D. Albino Cleto presidiu no passado dia 8 de Novembro, no Seminário Maior de Coimbra, ao último encontro de apresentação do novo Plano Pastoral da Diocese de Coimbra, para o triénio 2008/2011. A Região Centro não correspondeu muito as expectativas previstas. Muitas paróquias, infelizmente, não estiveram representadas. No entanto, o Bispo de Coimbra reconheceu que as assembleias diocesanas têm tido menos gente que as assembleias anteriores.
Antes de começar a apresentar o plano trienal para a diocese, D. Albino Cleto começou por descrever a realidade da Igreja no mundo e em Portugal. Apesar de não possuir números, o prelado reconhece que a Diocese de Coimbra tem vindo a perder praticantes nos últimos anos. O primeiro dos grandes objectivos do plano, é que os cristãos mais empenhados nas comunidades sejam discípulos, que possam fomentar ou despertar consciências para a prática cristã. Mas, "é através do amor ao próximo" que isso se consegue, adverte, o Bispo de Coimbra perante vinte pessoas presentes, entre os quais alguns sacerdotes e seminaristas.
Segundo D. Albino, hoje o cristão acomoda-se, "pelo respeito que temos ao nosso vizinho que é por exemplo agnóstico, não discutimos, não o enfrentamos, não o provocamos". "Devemos respeitar a opinião do outro, mas pelo amor que temos ao próximo, devemos transmitir os nossos valores, ideais e a nossa fé", retorquiu.
"Ser católico hoje é dar a cara", afirmou o prelado da diocese. Enquanto que há oito anos atrás, D. Albino insistia para que os leigos crescessem, hoje pede para que sejam apóstolos, sem medos e sem preconceitos.
D. Albino Cleto enumerou algumas áreas prioritárias para a diocese para os próximos três anos: Catequese; Família; Juventude; Comunicação Social; participação nas celebrações e anúncio do Evangelho.
D. Albino reconhece que a catequese cristã é "muito débil". Os pais não se interessam por aquilo que os filhos dão na catequese, outros não os acompanham como era desejado. Quanto à família é do conhecimento geral que ela atravessa dificuldades…
Para inverter o panorama, D. Albino pretende novos "discípulos" (independentemente da sua área de intervenção), e proporcionar-lhes a estes "militantes" formação e apoio para as suas intervenções. Por outro, pretende ainda promover actividades de estudo, reflexão sobre a sociedade actual e as características culturais do nosso tempo. De modo que a acção apostólica use uma linguagem e os caminhos adequados.
D. Albino deu a conhecer alguma estruturas de apoio, para os "militantes", entre eles os secretariados diocesanos, que foram recentemente criados ou rejuvenescidos, nomeadamente os secretariados da catequese, da família, da liturgia, da saúde e da comunicação social.

Miguel Cotrim

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