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29 de maio de 2008

António Pinto Leite: “A Associação Cristã de Empresários não se pode reduzir a um clube de almoços e jantares!”


“Se a ACEGE se reduzir a um clube de almoços e jantares, se vierem procurar um interesse pessoal, trocar cartões e fazer negócios, então não faz sentido”, começou por realçar o vice-presidente da Associação Cristã de Empresários e Gestores, no jantar-debate promovido no passado dia 26 de Maio por esta associação. O objectivo foi dar a conhecer melhor a ACEGE aos associados do Clube de Empresários de Coimbra.
“A ACEGE não é um clube de almoços e jantares”, é uma associação “composta por um conjunto de pessoas que vive permanentemente em stress porque para além dos seus problemas, estão atentos aos problemas que cabe aos outros resolver”, explicou António Pinto Leite, realçando que “a aceleração da associação está a atingir níveis que não são do conhecimento das pessoas em geral”.
“A responsabilidade social é um pilar de reflexão da ACEGE e um tema que não é só cristão. Todas as empresas por mais pequenas que sejam, devem ter o seu plano de responsabilidade social. Portugal é um país com milhares de PME’S (pequenas e médias empresas) o que confere um sentido enorme às práticas de responsabilidade social no nosso país”, destacou o vice-presidente da associação, que dirige também uma sociedade com cerca de 150 advogados.
“A ética é um elemento crucial da nossa actividade, é o melhor investimento de longo prazo”, afirmou, fazendo referência ao Código de Ética lançado pela ACEGE “que conta já com as assinaturas de mais de mil empresários e gestores”, como mais um instrumento nesse sentido.
Outro problema focado passou pela necessidade de alterar o “desprezo por pagar a horas quando o compromisso em pagar no devido tempo aos fornecedores é elementar”. A ACEGE no último mandato e início deste “procurou ter uma política de responsabilidade social”. Exemplo disso mesmo é o fundo “Bem comum” criado pela associação e que serve para financiar projectos de desempregados com mais de 40 anos que tenham capacidade empresarial. Este fundo conseguiu reunir “cerca de meio milhão de contos”, destacou.
Neste encontro que teve lugar no Clube de Empresários de Coimbra marcaram também presença, entre outros, o presidente do núcleo de Coimbra da ACEGE, João Paulo Craveiro e Monsenhor João Evangelista.

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